Eu já estava cansado da minha rotina, daquela monotonia. Dormir, comer, dormir, comer. De interessante na minha vida? Nada! Ela era praticamente uma mentira, com 19 anos eu ainda era virgem, mas meus amigos nem sonhavam, pensavam que eu já havia perdido com uma puta qualquer, queria eu ter perdido com uma puta qualquer, teria sido bem melhor. Não posso dizer que aquele dia estava bonito, que era um dia especial, especial pra quem? Para o Papa? Para o presidente? Porque para mim mesmo não. Dói-me toda vez que me lembro daquele dia, cheguei até em pensar que teria sido melhor eu ter morrido, por algum acidente de carro, engasgado com uma ervilha, ou sei lá.
Não me perguntem o que eu teria feito se eu pudesse ter voltado no tempo, já pensei em tantas coisas, talvez nada, talvez tivesse o matado ou talvez, talvez.
Nas minhas andanças pela cidade, conheci de velhos a jovens, de homens a mulheres. Cheguei até ter um rolo com uma coroa casada, mas foi coisa de um dia, depois, fingiu que nem me conhecia, eu fiz o mesmo, se ela não queria algo sério, eu mesmo que não iria querer.
Entrei em um barzinho, recém inaugurado, bem aconchegante, havia muitos caras lá bebendo e conversando, as mesas estavam todas cheias, havia uma que só havia um rapaz, de aparentemente uns 30 anos, perguntei se eu podia sentar e ele respondeu que sim, com um sorriso aberto e sincero. Pedi uma cerveja ao garçom e começamos a conversar. Ele era bastante simpático, trabalhava em uma empresa próxima dali, não me lembro qual era seu cargo nela, ficamos muito tempo conversando e bebendo. Já estávamos tão íntimos, eu estava tão bêbado que mal conseguia me mover direito, ele se ofereceu para me levar de carro na minha casa, aceitei sem nem pensar.
Chegamos rápido ao que eu pensava ser minha casa, só reparei que eu não estava na minha rua, ao descer do carro, ele me ofereceu o ombro e me levou até a porta.
- Não precisa ter medo, é a minha casa.
Permaneci calado e continuei andando até a porta, ele a abriu, era uma sala enorme, a TV estava ligada, estava passando algum filme se eu não me engano, ouvi o barulho de uma geladeira fechando, ignorei. Entramos, ele fechou a porta e começou a desabotoar a camisa, fiquei meio sem entender, continuei lá, parado, sem reação alguma, apenas o observando.
- Não vai tirar sua camisa também não?
Não respondi nada. Apenas comecei a imitá-lo sem dizer nenhuma palavra como sempre. Eu já não me reconhecia mais, depois de ter entrado naquela casa, eu estava disposto a qualquer coisa que acontecesse.
Ele começou a se aproximar pouco a pouco de mim, pensei em recuar, mas logo espantei essa idéia de minha cabeça, ele se agachou e desabotoou minha calça, olhou para mim e me mostrou aquele belo sorriso, comecei a afogar seu cabelo. Ele abaixou minha calça e juntamente minha cueca, devagar, ele vê meu pau e me olha outra vez, com aquele sorriso, que eu nunca vi igual.
- Gostei do tamanho.
Não, não era ele que tinha falado isso, era outro alguém, alguém que já estava nos observando há tempo, olho para trás e vejo uma mulher semi-nua, olhando para mim com um sorriso malicioso.
- Esse já é outro Caio?
- Claro. Tenho que variar o cardápio.
Fiquei lá pasmo, imaginando milhões de coisas, que poderiam e iriam acontecer ali.
- Como é o nome dele?
- Como é o seu nome mesmo?
- Will e o dela?
- Ah, nomes não são importantes, nós não iremos utilizá-los mesmo. Não é Caio?
- Sim amor.
Ela começou a se aproximar de mim e de Caio, conforme ela andava, tirava as poucas vestes que tinha, Caio pegou em meu pau e começou a brincar com ele. Eu soltei um leve gemido. Ela riu. Tinha uns peitos firmes e médios. Aparentava ter menos de 40 anos. Caio parou com a brincadeira e levantou-se, retirou sua calça rapidamente mostrando-nos seu belo pau.
- Já tá assim amor?
- E tem como não ficar?
Nós três rimos. Ela chegou perto de mim e começou a me beijar, parou e ajustou meu pau próximo a vagina dela, que logo comeu meu pau. Comecei a sentir outras mãos me acariciando. Era Caio; ele estava atrás de mim, começou a alisar minha bunda, eu gemia com aquilo tudo, duas pessoas me querendo com tanto afinco, aquilo nunca acontecera. A mulher me beijava com fervor e calor. Comecei a sentir algo duro cutucando minha bunda.
- Delicia. – Caio sussurrou no meu ouvido.
Ele começou a forçar pouco a pouco; ela não parava com os beijos e o vai-e-vem, eu já estava perto de gozar, comecei a sentir uma dor, que aumentava aos poucos, começou a se misturar com uma espécie de prazer, eu já não sabia mais, qual dos dois eu estava sentindo ao certo, mas posso dizer que aquele momento foi maravilhoso. Gritei de dor, senti que havia entrado tudo, estávamos em um verdadeiro “trenzinho”, começamos a alternar nosso vai-e-vem, até chegarmos ao ponto certo, o ponto o qual nós dois íamos e víamos ao mesmo tempo. E assim gozamos, ele dentro de mim e eu dentro dela.
Jamais poderia esquecer esse dia em minha vida, Caio me mostrou onde ficava o banheiro, tomei uma ducha e saí dali, caminhando, procurando a esmo o rumo de casa.
Espero que gostem, conto de minha autoria ( com certas "contribuições" de Mairana ) 'uhsahusahusauh ;)
kopskakspkoaksp, muito boa a historia, devia ter continuação xDDDD
ResponderExcluirsauhsuahsuasu
ResponderExcluircomo se eu tivesse contribuido mt --'
kkkkkkk
Depois posto o que é metade meu, ja que foi tu quem continuou mesmo! kkkkk
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, eu ri, ficou onda XD.
ResponderExcluirwow! ;O
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